Se o senhor tivesse que dar uma mensagem a uma criança, ou mesmo a um filho, para que ele pudesse vencer espiritualmente na vida, o que diria?
Chico Xavier:
- Se eu tivesse um filho (tive na minha vida algumas crianças que cresceram sob a minha responsabilidade), ensinaria nos primeiros dias de vida desse filho o respeito à existência de Deus e o respeito à justiça e amor ao trabalho. E, em seguida, ensinaria que ele não seria, e não será, melhor do que os filhos dos outros.
Reportagem dos jornalistas Airton Guimarães e José de Paula Cotta,
do jornal "Estado de Minas",
publicado nas edições de 8, 9, 10 e 12 de julho de 1980.
Transcrito do livro Chico Xavier - Mandato de Amor,
editado pela União Espírita Mineira - Belo Horizonte, Minas Gerais.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
sábado, 10 de abril de 2010
NATUREZA
O que poderá acontecer ao mundo se continuarem as atuais agressões à natureza?
Chico Xavier:
- Acontece que estamos agredindo, não a natureza, mas a nós próprios e responderemos pelos nossos desmandos.
É importante pensar que se criou a Ecologia para prevenir estes abusos.
Aqueles que acreditarem na Ecologia acima de seus próprios interesses nos auxiliarão nessa defesa do nosso mundo natural, da nossa vida simples na Terra, que poderia ser uma vida de muito mais saúde e de muito mais tranqüilidade se nós respeitássemos coletivamente todos os dons da natureza.
Mas, se continuarmos agredindo-a demasiadamente, o preço será pago por nós próprios, porque depois voltaremos em novas gerações, plantando árvores, acalentando sementes, modificando o curso dos rios, despoluindo as águas, drenando os pântanos e criando filtros que nos libertem da poluição.
O problema será sempre do homem.
Teremos que refazer tudo, porque estamos agindo contra nós mesmos.
Transcrito do livro Chico Xavier - Mandato de Amor,
editado pela União Espírita Mineira - Belo Horizonte, Minas Gerais.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
Chico Xavier:
- Acontece que estamos agredindo, não a natureza, mas a nós próprios e responderemos pelos nossos desmandos.
É importante pensar que se criou a Ecologia para prevenir estes abusos.
Aqueles que acreditarem na Ecologia acima de seus próprios interesses nos auxiliarão nessa defesa do nosso mundo natural, da nossa vida simples na Terra, que poderia ser uma vida de muito mais saúde e de muito mais tranqüilidade se nós respeitássemos coletivamente todos os dons da natureza.
Mas, se continuarmos agredindo-a demasiadamente, o preço será pago por nós próprios, porque depois voltaremos em novas gerações, plantando árvores, acalentando sementes, modificando o curso dos rios, despoluindo as águas, drenando os pântanos e criando filtros que nos libertem da poluição.
O problema será sempre do homem.
Teremos que refazer tudo, porque estamos agindo contra nós mesmos.
Transcrito do livro Chico Xavier - Mandato de Amor,
editado pela União Espírita Mineira - Belo Horizonte, Minas Gerais.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
DESESPERO
Recordo-me de que, há muito tempo, uma mãe aflita, ao debruçar-se-lhe sobre os ombros, indagou em lágrimas:
"Chico, o que vou fazer agora da minha vida?! ... Perdi os meus filhos, Chico, num desastre ... Morreram os dois ... A minha dor é terrível ... Estou desesperada ..."
O episódio nos comovia a todos, no "Grupo Espírita da Prece", em Uberaba.
Fitando-a com os olhos igualmente repletos de lágrimas, o incansável servo do Cristo lhe respondeu:
De nossa parte, ficamos também, em silêncio, a meditar na grandeza da lição daquela hora, a respeito da aceitação do sofrimento, perguntando a nós mesmos quantas dores maiores poderíamos evitar, se nos resignássemos antes as dores aparentemente sem remédio que nos visitam no cotidiano ...
Chico Xavier:
-"Filha, o nosso Emmanuel sempre me diz que a aceitação de nossos problemas, sejam eles quais forem, representa cinqüenta por cento da solução dos mesmos; os outros cinqüenta por cento vêm com o tempo ... Tenhamos paciência e fé, pois não estamos desamparados pela Bondade Divina."
Bastou que ouvisse estas palavras do Chico, para que aquela senhora se acalmasse em uma cadeira próxima, começando a refletir sobre os Desígnios de Deus.
Página copiada do livro "Chico Xavier, Mediunidade e Ação",
escrito por Carlos Antônio Baccelli, de Uberaba, MG
"Chico, o que vou fazer agora da minha vida?! ... Perdi os meus filhos, Chico, num desastre ... Morreram os dois ... A minha dor é terrível ... Estou desesperada ..."
O episódio nos comovia a todos, no "Grupo Espírita da Prece", em Uberaba.
Fitando-a com os olhos igualmente repletos de lágrimas, o incansável servo do Cristo lhe respondeu:
De nossa parte, ficamos também, em silêncio, a meditar na grandeza da lição daquela hora, a respeito da aceitação do sofrimento, perguntando a nós mesmos quantas dores maiores poderíamos evitar, se nos resignássemos antes as dores aparentemente sem remédio que nos visitam no cotidiano ...
Chico Xavier:
-"Filha, o nosso Emmanuel sempre me diz que a aceitação de nossos problemas, sejam eles quais forem, representa cinqüenta por cento da solução dos mesmos; os outros cinqüenta por cento vêm com o tempo ... Tenhamos paciência e fé, pois não estamos desamparados pela Bondade Divina."
Bastou que ouvisse estas palavras do Chico, para que aquela senhora se acalmasse em uma cadeira próxima, começando a refletir sobre os Desígnios de Deus.
Página copiada do livro "Chico Xavier, Mediunidade e Ação",
escrito por Carlos Antônio Baccelli, de Uberaba, MG
ABORTO
Luciano do Vale - O aborto, Chico, é uma questão que merece o seu esclarecimento. Eu gostaria muito, mas muito de ouvir.
Chico Xavier:
- Um crime que é cometido, entre as quatro paredes de uma casa, com absoluta impunidade e com absoluta impossibilidade da vítima para se defender. O aborto é uma falta grave
Momentos principais do Especial com Chico Xavier d
o Programa "Terceira Visão", da Rede Bandeirantes,
São Paulo, SP, levado ao vídeo na noite de 25/12/1987.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
Chico Xavier:
- Um crime que é cometido, entre as quatro paredes de uma casa, com absoluta impunidade e com absoluta impossibilidade da vítima para se defender. O aborto é uma falta grave
Momentos principais do Especial com Chico Xavier d
o Programa "Terceira Visão", da Rede Bandeirantes,
São Paulo, SP, levado ao vídeo na noite de 25/12/1987.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
CORAÇÃO
Com tanta violência e corrupção em nosso país, os benfeitores acreditam que o Brasil seja
"O coração do mundo e a pátria do Evangelho?"
Chico Xavier:
- Essa pergunta tem sido assunto de muitos diálogos nossos com os companheiros de nossa casa. O nosso Emmanuel é de opinião que dentro do mundo turbulento, com a incompreensão comandando tantos corações, tantos milhões de pessoas, não pode ser motivo de dúvidas para nós que o Brasil é o coração do mundo.
Quando nós nos lembramos que, com todas as deformidades que assinalam a nossa época, com todas as dificuldades de ordem material, nossas mesas têm sido amparadas por benfeitores espirituais. O pão que nós pedimos na oração dominical é modificado por bênçãos de toda a espécie.
Trecho de entrevista feita pela Dra. Marlene Rossi Severino Nobre,
em fevereiro de 1993, extraído do livro de sua autoria
Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
"O coração do mundo e a pátria do Evangelho?"
Chico Xavier:
- Essa pergunta tem sido assunto de muitos diálogos nossos com os companheiros de nossa casa. O nosso Emmanuel é de opinião que dentro do mundo turbulento, com a incompreensão comandando tantos corações, tantos milhões de pessoas, não pode ser motivo de dúvidas para nós que o Brasil é o coração do mundo.
Quando nós nos lembramos que, com todas as deformidades que assinalam a nossa época, com todas as dificuldades de ordem material, nossas mesas têm sido amparadas por benfeitores espirituais. O pão que nós pedimos na oração dominical é modificado por bênçãos de toda a espécie.
Trecho de entrevista feita pela Dra. Marlene Rossi Severino Nobre,
em fevereiro de 1993, extraído do livro de sua autoria
Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita.
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
VIOLÊNCIA
Uma recém-casada, alta e magra, queixa-se de que o marido se enfureceu e ficou violento:
Chico Xavier:
- A caridade quebra a violência. Minha filha, a harmonia muitas vezes é fruto da caridade.
Texto de Sr. Fernando Worm, janeiro de 1977,
Do livro "Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita"
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
Chico Xavier:
- A caridade quebra a violência. Minha filha, a harmonia muitas vezes é fruto da caridade.
Texto de Sr. Fernando Worm, janeiro de 1977,
Do livro "Lições de Sabedoria - Chico Xavier nos 23 anos da Folha Espírita"
Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com
VIVER A VIDA
Ante as lutas que surgiram ao longo do tempo, algumas vez chegou a pensar em viver a sua própria vida, deixando a mediunidade?
Chico Xavier:
- No princípio das tarefas, estranhei a disciplina a que devia submeter-me. Fiquei triste ao imaginar que eu era uma pessoa rebelde e, nesse estado de quase depressão, certa feita me vi, fora do corpo, observando um burro teimoso puxando uma carroça que transportava muitos documentos.
Notei que o animal, embora trabalhando, fitava com inveja os companheiros da sua espécie que corriam livremente no pasto, mas viu igualmente que muitos deles entravam em conflitos, dos quais se retiravam com pisaduras sanguinolentas.
O burro começou a refletir que a vida livre não era tão desejada como supusera, de começo.
A viagem da carroça seguia regularmente, quando ele se reconheceu amparado por diversas pessoas que lhe ofereciam alfafa e água potável.
Finda a visão-ensinamento, coloquei-me na posição do animal e compreendi que, para mim, era muito melhor estar sob freios disciplinares, do que ser livre no pasto da vida, para escoicear companheiros ou ser por eles escoiceado.
Anuário Espírita (1988)
Chico Xavier:
- No princípio das tarefas, estranhei a disciplina a que devia submeter-me. Fiquei triste ao imaginar que eu era uma pessoa rebelde e, nesse estado de quase depressão, certa feita me vi, fora do corpo, observando um burro teimoso puxando uma carroça que transportava muitos documentos.
Notei que o animal, embora trabalhando, fitava com inveja os companheiros da sua espécie que corriam livremente no pasto, mas viu igualmente que muitos deles entravam em conflitos, dos quais se retiravam com pisaduras sanguinolentas.
O burro começou a refletir que a vida livre não era tão desejada como supusera, de começo.
A viagem da carroça seguia regularmente, quando ele se reconheceu amparado por diversas pessoas que lhe ofereciam alfafa e água potável.
Finda a visão-ensinamento, coloquei-me na posição do animal e compreendi que, para mim, era muito melhor estar sob freios disciplinares, do que ser livre no pasto da vida, para escoicear companheiros ou ser por eles escoiceado.
Anuário Espírita (1988)
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